terça-feira, 15 de março de 2011

5º CAPITULO

Sim, mas com quem? A Mimi era sempre com quem partilhava todos os momentos, ahh como me fazes falta! Que raiva..- murmurei. Saí da Sony e dirigi -me para o meu carro, que estava bem longe dali e nesse mesmo instante deparo-me com o rapaz que vi no supermercado. Aproximei-me mas ele reconheceu-me logo que lhe lancei um sorriso, aproximou-se de mim e cumprimentou-me com um sorriso  - Olá! Parece que o destino começou a trabalhar cedo. não entendi bem o que quis dizer e fiquei a olhar na esperança que continuasse a frase... - Oh! Sim. respondi sem ter entendido. - Bom, acho que me deves um pedido de desculpas devido ao acidente, não? - pensei para comigo própria que ele não devia de ser muito normal e que o mais certo era correr dali para fora. - Talvez... um café?- ele sorriu de novo, tirou os óculos, nunca lhe tinha visto o rosto, nem mesmo no acidente do supermercado, nao tirou os óculos escuros a não ser neste momento... a cara dele não me era estranha, sorriu -me de novo e olhei-o de uma forma muito estranha, não me era mesmo desconhecido. - Que se passa?- perguntou meio assustado - Tu, tu és  aquele rapazinho ... tu és aquele rapazinho que toca naquela banda ... mas que raio tu ... és tu não és ?- não sabia ao certo o que fazer, estava perante uma pessoa famosa que me quer conhecer ? Recuei e olhei fixamente na esperança que ele me desse uma explicação minimamente lógica para o que se estava a suceder. - Sou, Georg. Tokio Hotel... conheces? -  cruzou os braços - Não, já ouvi falar. Claro que conheço, acabei de tocar uma música vossa, agora para o júri da Sony... não quer dizer que vos conheça, mas gostei da música... sabes - Georg interrompeu - Eu sei disso, sei que tocas te uma das nossas músicas. Fui chamado aqui de propósito para ouvir a gravação da tua audição. Os outros elementos da banda estavam À procura de um pianista para nos ajudar no nosso próximo álbum . Estarei eu a sonhar muito alto ou isto é mesmo verdade? Os meus olhos brilhavam, o meu corpo vibrava de tanta alegria, acho que melhor era impossível! - E pelos vistos vais ser tu a escolhida. dica número um - nada é impossível- Estás a falar a sério? - Georg avançou em direcção ao edificío - Tenho a certeza disso! Mas falamos melhor depois! E saiu de rompante sem me dar mais explicações - Ei ! Georg! Espera ! Mas ... - saltitei até ao carro como uma miúda de 5 anos       
a sorte estava do meu lado, entrei no carro e dei um grito, um grito de alegria e uma quanta histeria à mistura, não podia crer no que me estava a acontecer! Pensei em contar à Dona Marie, vai ficar radiante! Olhei para o pendente que esta me deu, beijei-o, sabia que era especial, liguei o carro, aumentei o volume da música ao máximo e sentia-me de novo nas nuvens.
Cheguei a casa, e corri para o apartamento da Dona Marie, toquei à campainha apressadamente, a minha querida vizinha abriu a porta muito a custo e eu salto para dentro de sua casa o que faz com que a pobre senhora se assuste - Dona Marie! Consegui! Consegui! Aceitaram-me numa editora! Gostaram de mim Dona Marie! , abraçou-me e deu-me dois beijos na face que me deixaram completamente babada, Dona Marie estava radiante e extremamente orgulhosa - Oh Valerie ! Eu sempre disso isso! Eu dizia isso minha querida! - Dona Marie, não sabe a melhor ! Sabe com quem é que vou participar?  Sentou-se e ficou muito atenta à espera da minha resposta - Os Tokio Hotel! A dona Maria não tinha percebido, fez aquela cara onde se notaram todas as suas rugas numa expressão de que não era assim tão actualizada na música actual, ela preferia um bom fado a música barulhenta, como ela própria identifica. - Quem? - sorri e tentei explicar - Aquele rapazinho dona Marie, aquele com o cabelo espetado que a senhora até disse que era bonito, lembra-se? abriu os olhos e levantou-se com uma rapidez enorme que eu desconhecia que era capaz - Ah esses ? Ai Valerie mas que sorte! Vê lá se não arranjas um namorico! - deu-me um cotovelada - Oh! Acha mesmo, eu não quero saber nada disso, só da minha carreira! - Ah, mas vais arranjar um dia! Olha os Tokio Hotel, mas que bem! -  Sim ! E conheci o baixista, foi ele que me contou!
A conversa com a Dona Marie durou para todo o dia, acabei por lhe fazer companhia, as conversas com ela duram horas e horas é como uma segunda mãe.
Quero começar rapidamente este novo rumo na minha vida.

segunda-feira, 14 de março de 2011

Quarto capitulo

Parei de ler a revista e tirei da minha mala um bloco de notas, peguei numa caneta e escrevi algumas das coisas que mais detestava.
#1- Esperar.
#2- Acordar cedo.
#3- Pessoas mal humoradas.
#4- Cheiros fortes.
#5- Ter fome.
#6- Apaixonar-me.
#7- Que me ignorem.

- Número 100? Menina Valerie? - o meu olhar desviou-se para uma senhora muito baixa e de pele muito clara que me sorria indicando-me o caminho para onde teria que me dirigir.
- Obrigada!Obrigada.- com um grande sorriso estampado no meu rosto avancei em direcção à sala onde estaria um júri composto por 4 pessoas que me iriam avaliar... bati À porta, entrei com um andar ainda a medo e deparei com 2 homens e 2 mulheres na casa dos 20 aos 30 anos, sentados lado a lado que me olharam de lado. Senti um enorme calafrio a percorrer o meu corpo, não sabia exactamente o que fazer nem o que iria sair dali.
- Olá... então ... Valerie , piano... tudo bem? - uma das senhoras estava a ler a minha ficha de inscrição atentamente - Sim,  sou a Valerie, tenho 18 anos, toco piano. Estou bem sim! - a minha voz tremeu e todos aperceberam se de que eu estava muito nervosa.
-Então, não é preciso ficar nervosa! Tens algo preparado para nós?- pousou a folha e cruzou os braços -Sim! Uma música no piano ...  Zoom in to me ... Tokio Hotel! - a mulher arregalou os olhos e acenou com a cabeça indicando que também conhecia a música - Força então. Podes começar.- sentei-me no banco, puxei-o um pouco para a frente de maneira a ficar bem posicionada para tocar, antes de começar passei as mãos pelas teclas, estas tremiam, comecei então a tocar e ao mesmo tempo o nervosismo foi desaparecendo, relembrei alguns dos momentos mais importantes da minha vida e a imagem da minha mãe aparece na minha mente quase de uma forma mágica, só implorava que o júri gostasse da minha exibição. Finalizada a apresentação, levantei-me e olhei o júri com um ar de dúvida -Muito bom, adorei. - Idem, fantástico Valerie! - Muito bom realmente. - Tens muito poder no piano, adorei !- todos estes comentários levaram me a  uma espécie de céu. - Obrigada, muito obrigada! - não queria acreditar! - Não tens que agradecer, bom sabes que se fores apurada tens direito a um mês de aulas de música aqui nos nossos estúdios, se estiveres disposta ...- interrompi - Se estou! É claro que aceito! - o meu sorriso era de orelha a orelha estava tão feliz! - Deves estar aqui para a semana a esta mesma hora, é quando começam as aulas de todos os apurados.
Saio da sala sem saber e sem acreditar no que se estava a passar, não acreditava que passados estes anos todos já sem esperança.. valeram realmente a pena! Não estava em mim, só queria festejar! Pois, com quem ?

quinta-feira, 10 de março de 2011

Terceiro capítulo 


Não dormi nada bem esta noite, sonhei que a Mimi estava a sofrer muito e a primeira coisa que fiz quando acordei foi enviar-lhe uma sms a perguntar como estava, respondeu-me logo de seguida que ela estava cansada mas que não havia melhoras da mãe.
Senti-me bastante triste por ela, queria que estivesse tudo bem, mas parece que não.
O meu telemóvel tocou ... - Não conheço este número.. quem será?- atendo. - Sim? Quem fala? Daqui fala a Valerie, porque?- do outro lado soou uma voz de um homem que me informava de que gostaram muito da música que lhes enviei -Espere... fala de onde? Sony? Sony que ... Sony? - ainda não estava em mim, uma produtora da s.. ony a ligar-me, meu deus é o meu dia de sorte?
Informaram-me que teria de estar lá da parte da tarde, saí da cama a correr, liguei que nem uma louca para a Mimi que ficou histérica com a novidade! 
Entrei no chuveiro, cantei uma das minhas músicas, senti-me como uma verdadeira rock star!
PARA! Eles gostaram mas não quer dizer que me ... exacto não quer dizer nada. Pés bem assentes na terra. Que se dane, é uma oportunidade única!
Vesti-me preparada para a ocasião, nada muito chique, hmmm um casual chique! Decidi almoçar no Missts a comida nem assentava muito bem na barriga com o nervosismo que sentia.
Meti-me no carro, digitei a morada no GPS que me conduziu até lá, enquanto conduzia trauteava umas quantas músicas que estão agora na moda... apanhei um trânsito horrível! O nervosismo aumentava cada vez que me ia aproximando... ali estava a Sony, o meu corpo estremeceu e um calafrio percorreu as minhas costas não queria acreditar que ia entrar ali dentro para um dos chefes falar comigo, sentia-me tão orgulhosa! 
Tentei arranjar um estacionamento, como estava tudo cheio tive que estacionar num sitio bem longe dali, pouca sorte.
Entrei dentro da empresa que era enorme, as paredes decoradas a várias cores e gente bastante atarefada, vi imensa gente na fila e pensei para mim mesma que a minha oportunidade não era assim tão óbvia, afinal estava ali tanta gente para o mesmo que eu...perdi todas as esperanças que tinha.
Preenchi umas folhas e deram-me um ticket com o número 100 - Guarde esse bilhete e esteja atenta à chamada!- fiquei a olhar e pensei que ainda não deveria de ser desta que iria conseguir! 100 ... 100? Estão a brincar comigo? Estão a brincar comigo? Sentei-me, cruzei a perna e peguei numa revista.
Nunca mais chegava a minha vez ...

sexta-feira, 4 de março de 2011

Segundo capítulo 


Decidi ir até ao super mercado, precisava de fazer umas compras e ficava a caminho de casa.
Notei que não estava muita gente -Ainda bem, menos confusão!-pensei. Sim, eu odeio confusão e muita gente no mesmo sítio.
Pego no carro das compras e faço as comprinhas que acho necessárias... se bem que aqueles chocolates estão mesmo a sorrir para mim! Não resisto e levo um pacote -ahhh , vou me deliciar com isto logo à noite! - paro para ver se preciso de mais alguma coisa, olho para umas revistas com as fofocas todas sobre o mundo - " Lady Gaga .. lança novo video ... Pshh, estas estão cheias de dinheiro...- estava tão distraída com a revista que bati com o carro num rapaz -Oh! Desculpa! Estava distraída!- era um rapaz muito bem parecido, alto e com uns olhos de meter inveja a todos -Não faz mal, acontece.- sorriu-me, fiquei sem saber como reagir, devolvi um sorriso meio envergonhado e os dedos das minhas mãos entrelaçaram-se uns nos outros com tamanha vergonha - É, acontece ...- dei um riso muito parvo que tive vontade de me meter dentro de um buraco.
Reparando melhor no rapaz, era bastante alto! Coloquei-me mais perto dele só para ver o quanto baixa ficava ao pé dele, por dentro ia dando risadas loucas por ele não saber o que estava a fazer. Sentia-me como uma criança quando não temos medo de dizer que tudo o que temos é melhor do que qualquer outra coisa, sem ferir os sentimentos de alguém. Nesse momento ele lançou-me um olhar de que como quem reprovava o que estava a fazer, meio a medo tentei disfarçar afastando-me um pouco. Paguei as compras e ele lançou-me um último olhar e sorriso - Vai, vai lá que não te tornarei a ver ... -pensei comigo mesma. Peguei nas compras, meti-me no carro e segui caminho.
Chegando a casa, arrumei as compras e coloquei música para tranquilizar a minha mente... agora sozinha, sem a Mimi estava triste e aborrecida, nem há uma hora partiu e já sinto a sua falta... - Mimi que me vais fazer tanta falta ... - olhei uma foto que estava pendurada na parede do meu quarto, lembro-me quando passávamos horas cá em casa a ver filmes... a campainha tocou de novo, pensei para mim própria que não poderia ser mais nenhuma má notícia... - Oh minha querida Dona Marie! Por aqui? Então? - perguntei entusiasmada, as visitas desta querida senhora iriam de certeza alegrar me o dia.  - Oh minha querida, já soube o que se passou com a Mariana, pobre rapariga ... - levou as mãos ao céu - Que Deus esteja com ela... - Dona Marie sabe que não acredito nisso... mas espero mesmo que fique tudo bem .
A conversa durou uma boa hora, ouvi todos os problemas que a senhora tinha e como sempre queixava-se dos vizinhos do andar de cima, que eram muito barulhentos! Eu sorria e dizia que um dia eles iriam ser despejados, como sempre perguntou como estavam as coisas na música, respondia-lhe desanimada que não iam muito bem... era a verdade. 
As suas mãos frias tocaram nas minhas e ofereceu-me um coração da sua pulseira de ouro, senti-me muito orgulhosa por estar a receber aquilo - Mas , dona Marie ... isto é seu...- olhei-a nos olhos - Guarda minha pequenina, irá dar-te sorte. a sua voz tremula deu-me muita segurança. Olhei para ela que me sorria com um sorriso do tamanho do mundo. Sentia-me capaz de tudo.
Despediu-se de mim, desceu as escadas passinho a passinho. Fechei a porta e coloquei o pendente no meu colar. Ficava bem.
Não sei o que fazer neste momento ... sinto que tenho em mim todos os sonhos do mundo.

quinta-feira, 3 de março de 2011

Primeiro capítulo 


Só pensava que um dia esse meu sonho iria se realizar, mas aquela dúvida, aquele horrível pensamento negativo de que não iria conseguir nada e que o melhor seria pegar nas minhas malas e regressar à minha terra. O meu raciocínio foi-me interrompido pelo toque da campainha. Mas quem será já tão cedo? Levanto-me do sofá e vou em direcção à porta, espreito e vejo a Mariana, a minha melhor amiga. - Tão cedo? Porque?- perguntei, Mariana era a pessoa mais preguiçosa que conhecia, ela não se daria ao trabalho de se levantar tão cedo da cama se não fosse um assunto realmente importante - Sim! E não tenho boas notícias...- olhei para ela que estava com um ar bastante pálido, empurrei a porta e pedi para ela se sentar - Então o que se passou? - pergunto preocupada -- O que se passou? Bom, terei de sair daqui de Londres pelo menos durante 3 meses inteiros ... a minha mãe foi internada hoje de madrugada por causa do cancro... - Mariana estava em Londres propositadamente por causa da sua mãe, tentava arranjar mais dinheiro para a família e principalmente para enviar dinheiro para a ajuda do tratamento da mãe. Ela derramou uma lágrima, não resisti em abraçá-la com muita força numa tentativa para que percebesse que eu estava ali para ela em qualquer ocasião. -Vá, tem calma... não fiques assim, tudo se vai resolver! -tentei acalmá-la - Valerie, resolver? Eu tenho tanto medo que a minha mãe possa - tapei-lhe a boca -Shhh! Não digas isso! Pensamento positivo! Sabes que eu estou aqui Mimi.- Mariana, ou Mimi como sempre a tratei, sorriu-me e deu-me um beijo na bochecha num gesto de agradecimento. - Mas quando é que vais? - perguntei -Daqui a uma hora. Eu sei que deveria ter dito mais cedo, mas foi tudo tão rápido... desculpa. - - Não faz mal, não ias adivinhar não era? Eu levo-te ao aeroporto. -sorrio-lhe, Mimi abana com a cabeça num sinal que aceita a minha proposta.
Pego na minha mala, ajudo-a a pegar nas suas que estão à entrada. Fecho a porta e saímos directamente para o meu carro. - Sabes vou sentir muitas saudades tuas Valerie... - E eu tuas Mimi, imensas! Sabes disso! Vais me fazer muita falta! Principalmente nas sextas-feiras! Agora vou sair com quem? Ah... vou ficar uma forever alone em casa uns 3 meses! - Soltamos uma gargalhada, na verdade a sexta-feira era sagrada, íamos sempre sair, a bares e conhecer novas pessoas, para ser sincera a vida com a Mariana do meu lado nunca era aborrecida, agora que vou ficar sem ela, mesmo que tenha brincado com a situação não sei bem como lidar com isto.
Chegamos ao aeroporto, enquanto esperávamos tiramos uma última foto e prometemos comunicar através do facebook e de telemóvel. Abraços e mais abraços, como se fossem os últimos... tentei não chorar, mas fui incapaz de me conter. As duas no meio de um aeroporto a chorar e a sorrir que nem loucas.
De repente ouvimos aquela voz que temíamos das informações a avisar que o avião estava pronto e que Mariana poderia entrar nele e estar do lado da sua mãe. Despedimo-nos pela última vez. Iriam ser uns longos 3 meses sem ela... - Sabes que te adoro Mimi! Dá noticias assim que chegares! - sorri - - Sim! Darei... eu também te adoro. Fica bem!
E foi assim, que a minha melhor amiga seguiu no avião para sabe -se lá bem o que poderá acontecer... esbocei um sorriso falso pois queria que ela ficasse comigo...
Longos meses... entro no meu carro, meto as mãos à cara olho pelo retrovisor e reparo que os meus olhos estão inchados por ter chorado. Ligo o carro e sigo viagem até minha casa. Começo a ter um pressentimento que vai ser assim, durante um bom tempo. Piano e casa.


Prefácio
Nunca desejei grandes coisas na minha vida, nunca quis ser uma rock star, nunca quis ser uma miúda igual Às outras. Vivo apenas para me agradar a mim própria.
Nunca tive grandes amigos, nunca tive um amor ao longo destes 18 anos. Nunca tive, nem quero.
A única coisa que sempre quis foi sair desta terra onde estou, só eu e as minhas confidentes, a maquina fotográfica e o meu piano.
Aqui estou em Londres, com o meu piano à espera de uma oportunidade na música.
Vivo num apartamento pequenino, nos velhos bairros da cidade, onde toda gente se conhece e sabe da vida uns dos outros e eu não fujo à regra, todos me conhecem. A Dona Marie que é uma das carinhosas senhoras do bairro, com os seus 60 e tal anos, ela não diz que idade tem ao certo, mas com uma mente muito actualizada lá me vai dizendo que eu toco muito bem e que irei ter um grande futuro. Sorrio-lhe sempre que me diz isto na esperança que se torne realidade. Esperar não é muito bem o que gosto de fazer, quero sempre uma resposta rápida. O que não tem acontecido nestes últimos 3 anos que já cá estou...